Stephano Alba

Formado em Rádio e Televisão pela FAAP em 2016, mesmo ano que iniciei a jornada no BandSports, onde atualmente trabalho como editor. Diferente da maioria dos brasileiros que escolhem o esporte bretão, em 2003 me apaixonei pelo basquete. Torcedor do Denver Nuggets e defensor do pivôzão raiz, joguei como ala na base do Paulistano e defendi por alguns meses as cores da Rockrige School, de Vancouver (Canadá). Fui coordenador do Linha de 3, programa que dá nome a esta coluna apresentado na época pela lenda Álvaro José e que contava com os comentários de Danilo Castro, ex-armador da seleção brasileira. Tive a oportunidade de sentar à essa mesa algumas vezes para comentar o esporte, na minha opinião, mais frenético de todos os tempos. E é sobre ele que vamos falar aqui neste espaço semanalmente.

Linha de 3

Uma luz no fim do jogo

Por Stephano Alba 07/07/2021 • 10:19 - Atualizado em 07/07/2021 • 11:11
Mesmo com a derrota no jogo 1 das finais da NBA, torcedor do Milwaukee Bucks pode sair feliz com o resultado
Mesmo com a derrota no jogo 1 das finais da NBA, torcedor do Milwaukee Bucks pode sair feliz com o resultado
Reprodução/Instagram Milwaukee Bucks

Eu não hesitaria em dizer que a final poderia ser 4x0 para o Suns caso alguém me perguntasse no sábado o agregado do duelo da final da NBA. Porém, o que vimos ontem me deixou esperançoso para uma série um pouco mais empolgante.

Aparentemente os deuses gregos têm um poder de regeneração, foi estranho ver Giannis Antetokounmpo em quadra após a terrível cena de sua hiperextensão no joelho. Um ser humano levaria meses até conseguir correr novamente, mas, aparentemente, para o Greek Freak aquilo foi apenas um susto. Fica a dúvida se a franquia de Milwaukee tem milagreiros em seu departamento médico ou se um tipo de sangue divino corre entre as veias de Antetokounmpo.

Quando vi o grego no aquecimento pensei no Trae Young voltando mais cedo da lesão no tornozelo, ficou nítido que em seu último jogo da temporada o armador estava de pé porque meio Trae Young pode valer mais do que muito jogador. Então fiquei impressionado ao ver Giannis sair de quadra com 20 pontos, 17 rebotes e um block absurdo em 35 minutos. Tudo bem que, talvez, se estivesse inteiro, permaneceria o tempo todo em quadra. Além de impressionado fiquei otimista de ver uma final mais interessante do que imaginava, uma disputa pelo Larry O’Brian merece uma disputa justa e o Bucks sem Giannis Antetokounmpo é Sansão sem seus cabelos.

Alguns podem cometer a falácia de que o time de Milwaukee joga melhor sem o grego. “Olhem os resultados dos últimos 2 jogos, ele não entrou em quadra e o time venceu”. Esta frase pode fazer sentido para quem acha que a seleção brasileira joga melhor sem o Neymar, não é o meu caso.

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