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Advogados revelam que Djokovic testou positivo para covid-19 em dezembro

Da Redação Bandsports 08/01/2022 • 08:56 - Atualizado em 09/01/2022 • 09:29
Sérvio terá audiência na segunda-feira para definir situação na Austrália
Sérvio terá audiência na segunda-feira para definir situação na Austrália
Corinne Dubreuil/ATP Tour

A polêmica envolvendo a possível participação de Novak Djokovic no Australian Open de 2022 ganhou mais um capítulo. Neste sábado, 8, documentos revelados pelos advogados mostraram que o sérvio testou positivo para a covid-19 em dezembro. Esse seria o motivo da isenção médica obtida pelo número 1 do mundo na tentativa de desembarcar na Austrália nesta semana sem estar vacinado.

"A data do primeiro teste positivo de PCR para covid-19 foi 16 de dezembro de 2021", declarou a defesa de Djoko no documento apresentado ao tribunal.

O líder do ranking da ATP havia testado positivo pela primeira vez em junho de 2020, logo após um surto de covid-19 em um torneio de exibição organizado pelo próprio sérvio enquanto o calendário oficial do tênis estava paralisado por causa da pandemia.

Na última quinta-feira, Djokovic foi barrado no aeroporto após as autoridades australianas alegarem que ele não havia apresentado evidências suficientes para justificar sua isenção de vacinação. Pouco antes da viagem, o tenista de 34 anos anunciou nas redes sociais que disputaria o primeiro Grand Slam do ano com uma permissão especial.

Djokovic segue em um hotel aguardando uma audiência marcada para segunda-feira, 10, que deve decidir se ele será ou não deportado do país. Os advogados tentarão reverter a anulação do visto para que ele possa jogar o Australian Open, que começa no dia 17.