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“Agora a missão é deixá-la orgulhosa”, diz Medina sobre ausência de Yasmin em Tóquio

Da Redação Bandsports 21/07/2021 • 16:39 - Atualizado em 21/07/2021 • 17:09
COB vetou credencial para a esposa do bicampeão mundial de surfe
COB vetou credencial para a esposa do bicampeão mundial de surfe
Instagram/Gabriel Medina

Uma das grandes esperanças de medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Gabriel Medina enfrentou um desgaste com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) antes da viagem ao Japão. A entidade não credenciou sua esposa, Yasmin Brunet, para acompanhá-lo na competição, fato que gerou muita reclamação por parte do casal.

Em entrevista exclusiva para a apresentadora Glenda Kozlowski, do Bandsports e da Band, o bicampeão mundial de surfe explicou a influência da modelo na sua rotina e destacou que o objetivo agora é brilhar para deixar a amada orgulhosa.

“Tem sido um ano legal, de muitas mudanças. Faz parte, é tirar o melhor disso e aproveitar o melhor momento. Conheci minha mulher nesse último ano, faz um ano e pouco que a gente está junto. Conheci uma parceirona, tem sido irado. Tenho me sentido muito bem. Infelizmente. ela não conseguiu vir para cá”, afirmou.

“Eu gosto de me sentir bem, como foi com o meu padrasto, que eu viajei vários anos. Foram anos que eu me sentia bem só de estar do lado daquela pessoa. É como eu vivo nessa estrada. Esses dez últimos anos têm sido muito intensos, muitas viagens. Eu não tenho uma rotina em casa. Essa companhia da Yasmin é legal porque eu consigo ter essa rotina que eu não tenho. É uma vida que eu abdiquei para estar aqui. Agora a missão é deixá-la orgulhosa”, completou.

O brasileiro falou também sobre a importância da entrada do surfe no programa olímpico e comentou a expectativa da chegada de dois tufões que devem turbinar as águas japonesas.

“É o maior palco do esporte. A gente está vivendo isso agora, é a primeira vez do surfe nas Olimpíadas. É uma oportunidade gigante para a gente. Mais pessoas vão assistir e conhecer esse esporte. Isso aumenta a visibilidade, só tem a agregar”, analisou.

“Já surfei duas vezes. Tem sido legal. O Japão é bem diferente. É a minha segunda vez aqui. Fiquei sabendo que vai dar altas ondas. Vão vir dois tufões. Significa que vai dar onda”, completou Medina.

Veja abaixo a entrevista completa: