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Ex-namorada volta a acusar Zverev de tê-la agredido

Da Redação BandSports 26/08/2021 • 15:45 - Atualizado em 26/08/2021 • 16:04
Número 4 do mundo é acusado de ter agredido ex-namorada em 2019
Número 4 do mundo é acusado de ter agredido ex-namorada em 2019
Reprodução/Instagram Alexander Zverev

A boa fase de Alexander Zverev, que conta com os títulos dos Masters 1000 de Madri e Cincinnati, recentemente, e o ouro olímpico em Tóquio, ganhou contornos polêmicos fora das quadras. Em entrevista ao jornalista Ben Rothenberg, da revista Slate, a ex-namorada do tenista Olya Sharypova voltou a acusá-lo de violência doméstica no período em que mantiveram relacionamento, entre 2018 e 2019.

No ano passado, a russa já havia acusado o alemão de agressões durante o US Open e a Laver Cup de 2019. Na época, ele se defendeu por meio de postagens nas redes sociais. Desta vez, ela também contou que os episódios continuaram após a primeira rodada do Masters 1000 de Xangai, no dia 9 de outubro daquele ano.

“Ele ficou bravo porque eu deixei fruta em cima da mesa de massagem dele e me tratou muito mal. Tive uma queda de açúcar e precisei tomar insulina para voltar a me sentir bem. E, assim que eu melhorei, ele voltou a me tratar mal, me ofendeu e disse para arrumar minhas malas e voltar para a Rússia. Eu fui tomar banho e ao sair, ainda nua, ele me bateu no rosto e nos braços”, contou Sharypova, que apresentou fotos do dia. 

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Durante a entrevista, Sharypova ainda contou que o pai de Zverev esteve envolvido na discussão. Ela detalhou que Alexander Zverev sênior entrou no quarto minutos após o ocorrido e avisou que ela tinha algumas horas para abandonar o hotel, e que “não era necessária a família”. A russa também falou que ele a ameaçou com fotos que dizia ter de agressões de Olya ao filho.

No dia seguinte ao episódio, Sascha, apelido do tenista, apareceu com sinais de arranhões no pescoço. Sharypova disse ao jornalista que as lesões foram provocadas enquanto ela tentava se defender do alemão.

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A russa, que conheceu Zverev na adolescência, quando também jogava tênis, destacou o sofrimento que a acompanhou durante tais dias: “Queria morrer, me matar. Ele falava que eu podia morrer, desde que não fosse perto dele”.

Apesar de já ter negado as agressões publicamente, o campeão olímpico não precisou se defender perante a Justiça, já que a russa não quis prestar queixa. Ela afirma que as denúncias são apenas um ato de libertação pessoal e de apoio para quem passa pela mesma situação.