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Paralimpíada: Carol Santiago fatura 3º ouro e Brasil supera vitórias da Rio-2016

Da Redação BandSports 01/09/2021 • 09:09 - Atualizado em 01/09/2021 • 09:54
Carol Santiago já conquistou cinco medalhas em Tóquio
Carol Santiago já conquistou cinco medalhas em Tóquio
Divulgação/CPB/Miriam Jeske

Tomado pela emoção da despedida da lenda Daniel Dias das piscinas, o oitavo dia de Jogos Paralímpicos também contou com a felicidade de medalhas para o Brasil. Com a conquista do terceiro ouro de Carol Santiago no Centro Aquático de Tóquio, nesta quarta-feira, 1º, a delegação brasileira alcançou a marca de 15 vitórias em solo japonês e ultrapassou as 14 da Rio-2016. O recorde do país ainda pertence a Londres-2012, com 21.

Além do triunfo de Carol, o Time Brasil somou ainda mais cinco pódios no evento. Com 48 conquistas – 15 ouros, 12 pratas e 21 bronzes –, a equipe verde e amarela ocupa, até o momento, a sétima colocação no quadro de medalhas.

Carol Santiago – ouro (natação – 100m peito, classe SB12)
Se tem Carol Santiago na piscina, é certeza de medalha para o Brasil. A nadadora pernambucana os 100m peito para atletas com baixa visão e conquistou seu quinto pódio em Tóquio, sendo três vezes ocupando o lugar mais alto da premiação.

O ouro da brasileira veio com novo recorde paralímpico. Ela completou a prova com o tempo de 1min14s89. A prata ficou com a russa Daria Lukianenko, com 1min17s55, e o bronze foi para ucraniana Yaryna Matlo, que registrou 1min20s31.

Cecília Araujo – prata (natação – 50m livre, classe S8)
Também na natação feminina, Araújo conquistou sua primeira medalha paralímpica. A atleta que esteve presente na Rio-2016 marcou o tempo de 30s83 nos 50m livre para atletas com deficiência funcional e ficou com o segundo lugar. 

Ela ficou atrás da russa Viktoriia Ishchiulova, que levou o ouro com 29s91. A prata foi para italiana Xenia Palazzo, com 31s17.

Talisson Glock – bronze (natação – 100m livre, classe S6)
Bronze no revezamento 4x50 livre misto, Glock repetiu a dose e conquistou mais uma terceiro lugar em Tóquio, desta vez nos 100m livre. Na classe para atletas com deficiência físico-motora, ele completou a prova em 1min05s45.

Na primeira colocação da categoria, o italiano Antonio Fantin quebrou o recorde mundial e estabeleceu a marca de 1min03s71 para ficar com o ouro. A prata ficou com o colombiano Nelson Crispin Corzo, com 1min04s82.

José Carlos Chagas – bronze (bocha, classe BC1)
Em sua terceira Paralimpíada, Chagas alcançou o tão sonhado pódio. Na classe para atletas que podem contar com ajudantes, ele venceu o português André Ramos para ficar com o bronze. O triunfo teve resquícios de emoção. O brasileiro viu o adversário abrir 2 a 0, mas mostrou força para virar o placar e terminar em 8 a 2. 

Maciel Santos – bronze (bocha, classe BC2)
A bocha brasileira também contou com outra medalha de bronze. Santos derrotou o tailandês Worawut Saengampa por 4 a 3, e conquistou o terceiro lugar da classe para atletas que não podem contar com ajudantes.

O cearense de 35 anos já havia conquistado o ouro nos Jogos de Londres-2012.

Bruna Alexandre, Jennyfer Parinos e Danielle Rauen – bronze (tênis de mesa por equipes, classes 9-10)
Mesmo com a derrota por 2 sets a 0 para a Polônia na semifinal, o trio brasileiro garantiu o bronze na categoria para atletas andantes com baixo comprometimento físico motor. Essa foi a terceira medalha do tênis de mesa brasileiro em Tóquio.

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