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Para Medvedev, tirar Djokovic do topo do ranking é “quase impossível”

Da Redação Bandsports 19/09/2021 • 13:44 - Atualizado em 19/09/2021 • 20:36
Tenista russo venceu o número 1 do mundo na decisão do US Open
Tenista russo venceu o número 1 do mundo na decisão do US Open
Reprodução/Instagram Daniil Medvedev

Danill Medvedev realizou um sonho ao conquistar seu primeiro título de Grand Slam há uma semana, derrotando o número 1 do mundo, Novak Djokovic, na final do US Open. Tirar o sérvio do topo do ranking, no entanto, parece um objetivo mais distante para o russo, que chegou a admitir tratar-se de uma tarefa quase impossível. 

Após o Aberto dos Estados Unidos, Djoko soma 12.133 pontos e lidera com certa folga para Medvedev, que tem 10.780. Apesar de parecer uma vantagem alcançável, o sistema de pontuação da ATP não facilita a missão para o russo. 

Campeão do Masters 1000 de Paris e do ATP Finals no ano passado, Medvedev tem muitos pontos a defender nos dois torneios, ou seja, se repetir os títulos, ele não soma pontos, apenas não os perde.  

“Honestamente, parece quase impossível para mim. Eu tenho que defender meus títulos [em Paris e no ATP Finals], enquanto ele [Djokovic] não tem muitos pontos para defender, eu acho”, afirmou o tenista. 

Com o fim da temporada também se aproximando, Medvedev terá poucas oportunidades de descontar a vantagem para o sérvio, restando apenas o Masters 1000 de Indian Wells e torneios ATP 250 e 500, que dão menos pontos, em que ele poderia aumentar sua pontuação. 

“O que resta do calendário? Indian Wells, [Paris], Torino [ATP Finals] e Viena”, perguntou o russo. 

“Viena, eu não vou jogar, porque é a semana de São Petersburgo. Não acho que irei para São Petersburgo também, mas seu eu jogar em algum lugar nesta semana será lá. Então, sobraram Indian Wells, Paris e Turin. Se eu ganhar os três, posso estar no jogo, mas ainda é um grande desafio”, concluiu Medvedev. 

Mesmo sem confirmar se vai disputar o restante da temporada, Djokovic está perto de quebrar o recorde de seis anos de Pete Sampras na liderança do ranking, podendo alcançar seu sétimo ano como número 1 do mundo.

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