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“Vou aos Jogos Olímpicos por patriotismo”, afirma Djokovic

Da Redação BandSports 20/07/2021 • 07:05 - Atualizado em 20/07/2021 • 17:58
Sérvio cogitou não participar dos Jogos de Tóquio
Sérvio cogitou não participar dos Jogos de Tóquio
Reprodução/Instagram Novak Djokovic

Novak Djokovic está prestes a escrever mais um capítulo de sua temporada dos sonhos. Com as conquistas do Aberto da Austrália, Roland Garros e Wimbledon em 2021, ele agora tentará alcançar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que terão cobertura completa do Bandsports.

Com o maior evento esportivo do mundo acontecendo repleto de restrições e sem a presença de público por causa da pandemia da covid-19, o número 1 do mundo chegou a colocar em xeque sua participação no torneio, no entanto, seu amor pela Sérvia falou mais alto. 

“Vou aos Jogos Olímpicos por patriotismo e por aquilo que sinto pelo meu país. Não me agrada nada competir sem público nas arquibancadas e todas as restrições por causa do coronavírus me incomodam, mas representar meu país nos Jogos Olímpicos é indispensável”, falou antes de viajar para o Japão.

Para tomar a decisão de embarcar para o país asiático, o tenista revelou que teve uma conversa definitiva com a croata Blanka Vlasic. Histórica atleta do salto em altura, ela conquistou a prata em Pequim-2008 e o bronze nos Jogos do Rio-2016.

“Ela [Vlasic] me disse que daqui uns anos ninguém vai lembrar se o evento teve ou não a presença de público. As pessoas vão lembrar de quem venceu as medalhas. E esse é meu foco. Não é segredo que quero ganhar o ouro”, continuou.

Favorito para ocupar o topo do pódio em Tóquio, Djokovic ainda tem um objetivo bem definido para este ano: conquistar o Golden Slam, que acontece quando o atleta vence os quatro Majors e o ouro olímpico na mesma temporada.

Se realmente quiser alcançar a marca, além de vencer no Japão, ele ainda vai precisar chegar com força máxima no US Open. O Grand Slam norte-americano acontece entre os dias 30 de agosto e 12 de setembro.

“O calendário é apertado, mas depois dos Jogos Olímpicos começarei a pensar no US Open. Cada coisa em seu tempo, mas estou confiante que tudo será possível”, encerrou.

Aos 34 anos, o sérvio recentemente igualou os 20 títulos de Grand Slams de Rafael Nadal e Roger Federer e alcançou o posto de maior vencedor de torneios deste nível entre homens.

Apesar de dominar o circuito da ATP, seus resultados em Olimpíadas não são tão expressivos. Além do bronze em Pequim-2008, ele conta com derrotas para o argentino Juan Martín del Potro na semifinal de Londres-2012 e na primeira rodada da Rio-2016. 

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