Bach mostra otimismo e diz que Jogos Olímpicos serão símbolo de esperança

Presidente do COI diz que prioridade dos organizadores é respeitar a saúde de todos os envolvidos

Nesta quinta-feira, 23, o mundo do esporte inicia a contagem regressiva de um ano para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão. A realização do evento em 2021 ainda é cercada de incertezas por causa da pandemia do coronavírus, mas segundo Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), a competição pode representar esperança e otimismo para a humanidade.

“Estamos vivendo um período de grande incerteza. É um período muito difícil para a humanidade. Os Jogos Olímpicos podem ser um grande símbolo de esperança, de otimismo, de solidariedade e de unidade de toda a nossa diversidade”, afirmou.

Bach também voltou a falar das dificuldades para organizar o evento após o anúncio do adiamento de um ano. Ele assegurou a preocupação dos organizadores com a saúde de todos os envolvidos e destacou o compromisso de entregar aos atletas a melhor estrutura.

“Estabelecemos um princípio antes de tudo, essa é a principal prioridade, que os Jogos Olímpicos respeitarão e salvaguardarão a saúde de todos os participantes. A partir desse princípio, chegaremos aos diferentes cenários. Queremos adaptar esses Jogos às circunstâncias da crise, garantindo a todos o espírito olímpico, porque é isso que torna os Jogos Olímpicos tão únicos, unindo o mundo inteiro”, disse.

"Esta é uma tarefa gigantesca, porque não podemos preparar os Jogos Olímpicos como estamos acostumados. De fato, temos que nos preparar para vários cenários, temos que levar tudo isso em conta, o que poderia acontecer, o que pode acontecer. Faremos todas as adaptações sem afetar os locais de competições e os atletas. Daremos a eles o palco que merecem para brilhar”, completou.

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