Com ano extra para Tóquio, COB mira igualar resultado do Rio 2016

O presidente da entidade, Paulo Wanderley, disse que delegação brasileira chegara a Tóquio mais bem preparada do que no Rio

Nos Jogos do Rio, em 2016, o Brasil teve sua melhor participação em Olimpíadas. Anfitriões, os atletas brasileiros conquistaram 19 medalhas: sete de ouro, seis de prata e outras seis de bronze. Mesmo longe de casa, no próximo ano, a meta é pelo menos igualar a marca em Tóquio.

“Nós não podemos ter uma apresentação inferior em relação ao desempenho da Olimpíada de 2016”, declarou o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley, aos jornalistas Milton Neves e Guilherme Cimatti, na Rádio Bandeirantes, neste domingo, 26.

Ouça:

O resultado no Rio colocou o Brasil em 13º lugar no quadro de medalhas, feito inédito.

Os Jogos de Tóquio, que estariam acontecendo neste momento, foram adiados para 2021, por conta da pandemia de coronavírus.

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Wanderley afirmou que o Brasil estava em um momento muito bom, com o vice-campeonato Panamericano. O prazo alongado, porém, deu um "refresco" para os atletas, com maior tempo de preparação.

“Vamos chegar em Tóquio 2021 mais bem preparado do que chegamos no Rio 2016”, prevê o dirigente.

E se...

Neste momento, 112 brasileiros, de seis modalidades, estão em treinamento em Portugal. A meta é que 200 atletas estejam no país até dezembro, buscando a Olimpíada.

E se os Jogos de Tóquio estivessem acontecendo neste momento. Para Wanderley, o Brasil já teria subido ao pódio – com o judô, segundo previsão dele.

“Se nós estivéssemos lá hoje, algumas modalidades com expectativa de medalha já estariam em disputa, e já estaríamos com nossas primeiras medalhas”, declarou.

Ouça a entrevista na íntegra:

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