Federer avalia dificuldades da nova geração em Slams

Suíço destaca longevidade e boa forma dos veteranos: 'Agora todos jogamos até os 35 anos ou mais'

Atual vice-líder do ranking da ATP, o suíço Roger Federer é um dos mais velhos tenistas ainda em atividade no circuito. Aos 37 anos de idade, Federer avaliou os motivos de a nova geração ainda não ter despontado nos Grand Slams.

“Antigamente as gerações se aposentavam entre os 30 e 32 anos, agora todos jogamos até os 35 anos ou mais. Estar melhor fisicamente nos ajuda a jogar por mais tempo e isso dificulta o êxito dos mais jovens”, avaliou.

“Os jogadores de 17, 18 ou 19 anos podem voltar a ganhar Grand Slams, não há dúvida disso. Apenas depende da geração. Não importa o trabalho que eles façam, também preciso ter sorte no próprio talento e ter os meios por parte dos pais e treinadores. O apoio nacional também é bastante importante, por intermédio da federação. É preciso que tudo funciona para que um tenista possa vencer um Grand Slam como o Sampras, Chang, Borg ou Nadal fizeram quando eram tão jovens”, concluiu.

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