Murray admite apreensão, mas planeja jogar US Open

Ex-número 1 do mundo não disputa um torneio oficial desde novembro do ano passado

Apesar do alto número de vítimas pelo coronavírus nos Estados Unidos, o US Open segue programado para começar no dia 31 de agosto e deve contar com a presença de Andy Murray. O bicampeão olímpico admitiu a apreensão pelo risco de contaminação, mas disse que está treinando para disputar o Grand Slam norte-americano.

“Meu treinamento na semana passada e durante o evento desta semana tem como objetivo tentar entrar em forma para o US Open. Se isso não estivesse acontecendo, minha agenda seria diferente. Mentalmente, estou me planejando para isso, mas estarei apreensivo”, disse Murray antes de disputar a segunda edição do Battle of the Brits, torneio de exibição organizado por seu irmão, Jamie Murray.

O ex-número 1 do mundo não disputa um torneio oficial desde novembro do ano passado. Ele ficou afastado por causa uma pubalgia e voltou às quadras em junho para disputar a primeira edição do Battle of the Brits. De olho no ritmo de jogo, ele disse que pode jogar o qualifying do Masters 1000 de Cincinnati, torneio que antecede o US Open.

“Para muitos, serão cinco ou seis meses, mas para mim, serão 10 meses ou algo assim desde que eu competi pela última vez. Então, conversei com minha equipe sobre a possibilidade de disputar o qualifying em Cincinnati para jogar algumas partidas. Não me lembro quando foi a última vez que joguei uma semana antes de um Grand Slam. Provavelmente eu tinha 19 anos”, brincou ele, que agora tem 33.

Enquanto Murray mostra expectativa para jogar em Nova York, outros nomes de peso como Novak Djokovic e Rafael Nadal ainda fazem mistério sobre a presença nos torneios nos EUA.

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